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O FUTURO DOS NEGÓCIOS PÓS COVID-19

Enquanto muitos costumavam ver uma pandemia como ficção científica, tiramos o chapéu para a equipe de liderança em Wimbledon. Eles fizeram uma apólice de seguro contra pandemias em 2003, custando aproximadamente £ 25,5 milhões até o momento, e estão prestes a receber um pagamento de 113 milhões de libras.

Não foi um investimento ruim, hein?

Talvez depois da última crise financeira, as prioridades de investimento estivessem em outros lugares para muitas empresas ou planejar esse longo prazo era considerado imprudente. Mas a expectativa é que o COVID-19 seja o momento decisivo para os líderes empresariais quebrarem os ciclos de curto prazo.

Também se espera que as sociedades continuem questionando como querem trabalhar, como valorizam os relacionamentos, seu impacto no planeta, a compra local, a assistência médica e onde viverá no futuro. Essas perguntas terão um impacto sobre como as empresas atraem clientes, desenvolvem talentos, inovam e competem.

Como esse é um tópico tão amplo, vamos focar no futuro do trabalho e em nossa saúde.

O FUTURO DO TRABALHO

Virtualização: Em março, a conferência anual InTheBlack da BlackLine foi transformada em um evento virtual, rápido. Todos trabalharam remotamente em fusos horários e usaram uma combinação de ferramentas para produzir o evento.

Menos espaços de escritório. Muitas empresas não renovaram seus contratos de aluguel ou estão começando a reduzir seus espaços. Vai levar tempo para ver o impacto real no setor imobiliário, mas observe este espaço.

Trabalho flexível: Depois de dois a três meses trabalhando em casa, alguns estão dizendo que sentem falta do escritório. Mas algo de positivo pode ser notado, a locomoção só se faz necessária em situações pontuais, como reuniões importantes, entregas com prazo no final do mês ou até mesmo formação de equipes/contratações. Uma economia de tempo significativa e longe do estresse do trânsito das grandes cidades.

Contanto que você cumpra suas horas contratadas, quem se importa se você fizer três dessas horas no domingo?

Equilíbrio entre trabalho e o cuidado com os filhos: Podemos achar que ser capaz de trabalhar em casa removerá as barreiras existentes para as mulheres depois de terem filhos. O mesmo se aplica aos homens, que estão cansados ​​de perder marcos e querem ser mais práticos.

Pode ser uma mudança cultural de longo prazo, mas a barreira foi quebrada.

NOSSA SAÚDE AGRADECE

Impacto das grandes cidades: Para aqueles que têm mais funções práticas, trabalhar em casa não será possível. Uma lição prática que pode reduzir futuros spreads é para as empresas escalonarem os horários de início.

Ou talvez possamos ver mais empresas saindo de cidades superpovoadas para gerenciar o bem-estar da equipe?

Novos hábitos saudáveis: Esse novo despertar de nossa saúde pode ter uma economia considerável de custos. Olhando para os EUA em 2018, de acordo com o Instituto de Benefícios Integrados, o custo da licença médica foi de US $ 530 bilhões para os empregadores. No Reino Unido, uma pesquisa da Vitality Health descobriu que esse valor era de 77,5 bilhões de libras por ano.

No Brasil, entre 2012 e 2018, mais de 520 mil brasileiros foram afastados por problemas de saúde, significando mais de R$ 26 bi gastos em benefícios, segundo o INSS.

Se apenas 30% dos funcionários mantiverem novos hábitos mais saudáveis, isso representa uma economia potencialmente enorme para as empresas. Imagine se pudéssemos melhorar ainda mais essa taxa?

REFLEXÕES FINAIS

Nos negócios, temos que estar dispostos a nos tornar ninjas em gerenciamento de mudanças. Haverá muitas experiências nunca antes vividas, novas ferramentas de TI, novas maneiras de trabalhar e conduzir os negócios, mudanças culturais e, principalmente, a omnicanalidade cada vez mais forte e presente.

Serão cometidos erros? Com certeza! Mas precisamos abandonar o estigma do fracasso e abraçar a flexibilidade e o aprendizado contínuo.

Fonte: BlackLine com Redação eResult

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